Vk.*¬¬
“Minha mãe diz: - não quer dinheiro é revolucionário. Arruma cama, quem mandou rabiscar o armario? Levanta tarde, pra acordar e isso é horario? Se é vagabundo e isso vem desde o primário. Porque não vai procurar um trampo de sedentário? Que coisa feia, porque não muda o vestuário?Calça caída e a roupa parece de presidiário, assim se vai até o túmulo desde o berçário”(Emicida - Contraditório e Vagabundo).
Vaty, Vk, Clyve, Fred e Valter. Dono da unimultiplicidade, Valter o escritor que redige esse blog, é dotado de algumas “inqualidades” que o faz ser de certo modo, coerente. Que o faz ser algo cativante. Ele vive num mundo só dele, vira e mexe, remexe tudo e transforma o mundo a sua volta em espetáculo. Sonha, como criança é estúpido, rude e as vezes ranzinza, o tio, o velho. É ele… São eles.
“Eu não sou eu, Eu sou outro”, diz isso com a maior naturalidade que já vi. Vive no mundo da lua, às vezes parece inspirado no Lucas Silva e Silva. Valter pode ser um ser dócil, do tipo que eleva ou do tipo que destrói. Acha-se, mas esse seachismo é algo no qual ele realmente acredita que consegue. Diz sempre: – Eu não me acho, tenho a certeza.
É um cara que sem sombras de dúvidas não existe, esse cara sou eu. Enfim….
Sem mais delongas, estudante de jornalismo, ativista por esporte, feio, pobre e critico. Enfim sem sorte, dono de vários amores e desamores, de uma personalidade conturbada, e de uma irresponsabilidade tacanha. É ele, sou eu , somos nós.
